MACA PERUANA

Outro tubérculo (raiz) que está ganhando a popularidade principalmente entre os praticantes de atividade física é a farinha da maca peruana.

A maca peruana, como o próprio nome já diz, é uma raiz rica em fibras, vitaminas (A, C,D, E e as do complexo B. E minerais (zinco, cálcio e ferro) e foi utilizada há milhares de anos pelos povos indígenas de uma área restrita do Peru, como fonte de alimento e cura, e continua até os dias de hoje sendo considerada um superalimento.

De sabor suave, levemente adocicado, tem a aparência de um rabanete, porém de cor acastanhada.

O consumo regular desta raíz (cerca de 1 colher de chá por dia) permite a estabilização dos sistemas glandular-hormonal, nervoso e cardiovascular, porque funciona como um adaptógeno no nosso organismo. Ajuda a combater a fadiga e aumenta a energia, O seu consumo é benéfico para atletas de endurance (resistência).

Um dos grandes destaques da maca é seu divulgado efeito afrodisíaco. Um estudo publicado no Asian Journal of Andrology e conduzido por um pesquisador da Universidad Peruana Cayetano Heredia, no Peru, observou os efeitos da maca em homens com idades entre 24 e 44 anos durante quatro meses. Os resultados mostraram aumento da quantidade de sêmen, na contagem de espermatozoides e na motilidade espermática. Outras pesquisas destacaram ainda que a ingestão do tubérculo aumentava o desejo sexual e reduzia os níveis de estresse e ansiedade do indivíduo. Acredita-se que o alimento tenha ação sobre o hipotálamo e as glândulas supra-renais, o que lhe conferiria tais efeitos estimulantes.

Por ser muito rica em fibras, a maca auxilia nos programas de emagrecimento e no controle glicêmico de pacientes diabéticos; Segundo o Nutrólogo Roberto Navarro, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), a maca peruana pode prevenir o desenvolvimento do diabetes de duas maneiras. ” Ela diminui a velocidade da absorção de glicose pelo corpo graças ao alto teor de fibras e também porque inibe a ação da enzima que atua no processo de digestão”, Isso porque evita a liberação de grandes quantidades de insulina de uma só vez, o que poderia levar à resistência celular à substância, favorecendo o diabetes.

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